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Dor boa versus Dor má

  • 4 de ago. de 2021
  • 2 min de leitura

Enquanto praticante de yoga, é importante ter a capacidade de entender a diferença entre a dor boa e a dor má.


Parte da experiência enquanto seres humanos é sentir desconforto em nossos corpos. Inevitavelmente durante a prática de yoga ( seja ela mais vigorosa ou menos em termos de ritmo e duração )você irá se encontrar em posturas onde terá sensações difíceis certamente; e isto é completamente normal.

Tomamos como exemplo quando vamos a um terapeuta/massagista, e aí entendemos claramente o que é a "dor boa". Isto porque, frequentemente ele executa manipulações com os nós dos dedos e cotovelos profundamente em nossos tecidos e músculos, a fim de dissolver os nódulos de tensão e contracturas ali existentes. E no momento que isto está acontecendo não é exatamente bom e prazeroso de sentir. Porém, o que acontece logo a seguir a técnica da massagem bem aplicada?! Você irá se sentir tremendamente aliviado de tensões, dor, e virá uma forte sensação de bem estar generalizado. E muito provavelmente, irá retornar para mais sessões.

Isto é a dor boa.

Levando isso para a prática; independentemente do estilo de yoga que você pratique, a diferença aqui é: será você aquele quem dá e quem recebe a massagem! Ou seja, durante a prática devemos estar atentos e ligados ao nosso corpo ( atenção plena - mindfulnes ), e a partir daí teremos a capacidade de encontrar aquele ponto perfeito e específico de desconforto, o qual, será benéfico sem ir demasiado além.

Então como saber o que é a dor má? Sentir como picadas/ fisgadas/facadas, dormência em excesso, sensação de queimar, dor forte e agúda; são sinais de que algo não está bem.

Neste caso temos algumas opções. A primeira seria, você pode e deve sair da posição e repousar alguns instantes. Isto porque as vezes, poderá ter ido demasiado rápido ou desamiaso longe, e o corpo ainda não estava preparado para este empuxo.

Segundo, você pode experimentar outra variação da mesma postura que se adapte melhor ao seu nível, anatomia ou condição geral. Muitas vezes, a utilização dos "props" dão o suporte, segurança e alinhamento necessários de imediato. No caso do desalinhamento, outras áreas do corpo são forçadas para compensar; e usualmente stressa-se em demasia estas mesmas áreas, o que pode ocasionar lesões futuras por repetição do erro.

E por último, algumas vezes, devido a sua própria e particular composição corporal, certas posturas nunca parecerão corretas ou bem. Não importa o quão flexível você seja, alto, baixo, forte, jovem,...

A postura não avança- não encaixa.

Neste caso, encontre uma variação da postura com o seu Guru ( professor ), a qual, lhe irá proporcionar os benefícios e efeitos propostos pela original, ou mais avançada.

Sentir "osso com osso", nunca é bom sinal. Em práticas de permanências mais longas ( yin yoga ), permita tempo ao sair da postura, deixando o corpo se adaptar, realinhar, ativar e responder sem pressa.

Sempre que quiser, sentir e desejar, durante práticas mais vigorosas ( vinyasas )pare e descanse em balasana ( chil pose ); respire, adapte, organize e volte a sua atenção para o ritmo da sua respiração.

A dica final é: traga mindfulnes para cada movimento e cada postura que você faz; cada técnica, cada respiração.


NAMASTE

 
 
 

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